A pedido de várias famílias, e como prometido, cá estou a escrever o meu primeiro post. Sei que disse serem dois, mas acabei por reconsiderar e vou aglomerá-los num só. A demora em postar deve-se ao meu perfeccionismo e prazer em dar um contributo válido a este blog. Tenho a dizer que me inspiraram a mostrar algo mais de mim e de quem eu sou. E assim, apresento uma proposta para a dinamização do nosso Corredor (por ventura, não sentem a mesma necessidade que sinto em ter estrutura e ordem à minha volta, mas enfim). Que tal lançarmos um tema semanal (ou mensal) que pudesse ser debatido ou apresentado segundo os particulares pontos de vista pessoais? Interesso-me pelo modo que cada um tem de ver o mundo, interesso-me pelo pormenor ou pela ausência notada dele, interesso-me por temas banais discutidos profundamente ou por temas profundos superficialmente abordados. Também sou da opinião que criar sem limites é muito menos apelativo. Os limites obrigam-nos a um maior esforço, uma procura pela perfeição, o tentar contornar as regras e fazer prevalecer as nossas ideias ou ideais. A discussão é indispensável na vida, e não há opiniões contraditórias no que é aleatório.
“Projectar com liberdade de criação é enfadonho. A vida é assim, cheia de obstáculos.” (Isay Weinfeld, Arquitecto)
“Projectar com liberdade de criação é enfadonho. A vida é assim, cheia de obstáculos.” (Isay Weinfeld, Arquitecto)

Assim, o tema de hoje fica já lançado. “Se és ateu, porque festejas o Natal?” O que é mais importante para ti, a família, a tradição, a religião, os ideais?
1 comentário:
Apesar da minha opinião não ser fundamentada pelos meus últimos Natais, considero que o mais importante desta época é sem dúvida o conviver com a familía. Nos tempos que correm, é cada vez mais difícil reunir os mais velhos com os mais novos, quer por motivos pessoais, obstáculos geográficos ou problemática sociais; no entanto, pelo menos no Natal há ainda esse esforço..., há uma tentativa de reunião, à volta de uma mesa farta, animada por o sorriso das crianças delirantes entre prendas e brincadeiras e pelo olhar terno e satisfeito dos mais velhos que tantas vezes são alvo do esquecimento.
Respondo então assim: família tantas vezes esquecida e ideais que subsistem presentemente neste mundo apenas na forma de resquícios!
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